- Terceiro Passo:
- Quarto passo:




- Quinto passo:



- Sexto passo:








Família Rosa:
- Carlos José Santos da Rosa é marinheiro operador de máquina e trabalha na Navegação Triunfo, no município de Triunfo/RS. Reside na Área Residencial da PEJ a 15 anos.
- Schana Lopes Dornelles, do lar, reside na Área Residencial da PEJ a 05 anos.
Filho: Cauã Dornelles da Rosa, o6 anos, estuda na Escola Ramiro Barcelos.
Em 2005, fomos informados que haviam terrenos no Beco do Xadrez. Como nosso filho Cauã já estava com 01 aninho, precisávamos ter estabilidade e necessitávamos construir nossa casa. Foi uma árdua luta para conseguirmos autorização do Diretor da PEJ e do Secretário de Planejamento Urbano de Charqueadas para podermos solicitar a ligação de água e luz no terreno que havíamos comprado do antigo morador "Denga". Depois de muita insistência, conseguimos a autorização...
Nosso terreno era horrível! Existia nele muito lixo e um buracão enorme! Aos poucos fomos limpando e construindo a nossa casa, que ainda está em acabamento.
Aqui no Beco do Xadrez, é um lugar tranqüilo para se morar... Nosso filho Cauã brinca e anda de bicicleta com seus amiguinhos. Temos bons vizinhos também, vivemos em um clima de amizade e solidariedade.´
Nosso Bairro precisa de algumas melhorias, mas acredito que como passar do tempo, sejamos reconhecidos pelo Estado e Município. Ou seja, um dia, "faremos parte do município de Charqueadas".
Schana Lopes Dornelles


Desde então começou a nossa vida no Beco do Xadrez. Fomos reconstruindo nossa casa, limpando nosso espaço e conhecendo os vizinhos que ali já moravam. Também começamos a conhecer os novos moradores que chegavam um a um, para juntos vizinhar...

RESPOSTA PARA TODOS QUE ACHAM QUE "SOMOS DIFERENTES"!Artigo Postado:
ÁREA DE SEGURANÇA VIRA FAVELA DE PRESOS - "Convivendo há décadas com presos, Charqueadas, a capital gaúcha dos presídios – com seis cadeias e 4,7 mil apenados – vive dias de revolta. Tudo por conta de fugas do semiaberto e invasão de terras por ex-detentos e familiares de detentos que formam bolsões de miséria. No município, estão localizados dois dos maiores e mais vulneráveis albergues do Estado – a Colônia Penal Agrícola (CPA) e o Instituto Penal Escola Profissionalizante (Ipep) – de onde escaparam 693 detentos em 2009, equivalente a duas fugas por dia. Charqueadas também enfrenta uma migração desordenada de familiares de presos e de apenados que ganham liberdade e, sem emprego e sem ter para onde ir, retornam ao crime na cidade. Conforme estimativas, cerca de metade das ocorrências policiais envolveria ex-detentos e apenados do semiaberto. Os crimes mais comuns são arrombamentos de casas e venda de entorpecentes. Segundo dados da Secretaria da Segurança Pública, o índice de tráfico de drogas cresceu 28,8% em 2009 em relação ao ano anterior. Por ironia, a situação mais crítica é no local considerado área de segurança, no entorno da Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ), pertencente ao Estado e onde foram erguidas casas para servidores – policiais e agentes que trabalham nas cadeias. Ao longo dos tempos, a mata, preservada por lei, vem sendo derrubada e o terreno povoado por barracos. São quase uma centena, semelhante ao número de casas de servidores da segurança. A ocupação irregular é alvo de um inquérito civil aberto pelo Ministério Público."



23 de agosto de 2009
Visitas em Charqueadas
Ontem estive visitando algumas casas prisionais em Charqueadas, além de acompanhar medições na área da Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ). Para quem não sabe, a área da PEJ é extensa e ali estão vários imóveis, cujos moradores, hoje, são de diversas origens. Quando a PEJ foi concluída, o Estado construiu algumas casas, primeiramente para a direção, depois os terrenos foram sendo utilizados pelos servidores que lá trabalhavam. O problema é que não houve controle e os imóveis foram sendo, com o tempo, comercializados. Assim, a nova proposta é a de passar toda a área residencial para o município de Charqueadas. Para isso este delegado estava lá, juntamente com um técnico da Engenharia Prisional e Maria Felippeto do Gabinete do Superintendente, fazendo medições para definir qual a área ficaria sob a jurisdição do Estado.
Também estive na Penitenciária Estadual de Charqueadas (PEC), depois eu e o meu substituto Joel Lopes de Oliveira nos dirigimos ao Instituto Penal Escola Profissionalizante (IPEP) e depois fomos almoçar um ótimo churrasco na Colônia Penal Agrícola (CPA), estabelecimento que após o almoço foi vistoriado.
As condições estão bem tranquilas nestas casas, o que nos mostra o acerto de medidas tomadas no sentido de solucionar uma série de problemas que vínhamos enfrentando, especialmente na CPA.
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